Cada coisa ao seu tempo
Contos, Fatos e Histórias de quem as escreve. Imagens do dia-a-dia. Relatos sobre o mundo hoje. Um pouco de tudo.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
E o final do verão
A gora os entardecer é mais cedo, os dias já estão mais curtos, as noites mais frias e sentimos saudade dos dias longos do verão.
Sim o outono esta terminando e inverno dando suas caras.
Logo as manhãs também serão mais frias.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
O que se entende por educação em sala de aula?
As vezes tenho a estupida sensação que nada que se ensina em sala serve de vias de fato para o aluno, mas sim aos pais dos mesmos. Pois cada lição que é dada questionam para que e porque estão ensinando aquilo.
E eu mesma pergunto pra que isso?
Sim falta de laboratórios, sinto falta de poder ensinar ao ar livre sem as rédias da sala de aula, seria muito mais interessante se pudéssemos explorar o meio e entender que a Ciência está em tudo e nem precisa de técnicas tão rebuscadas para entendermos estas complexidades.
Será que uma dia a escola de fato acaba?
meu desejo era que se cria-se um novo espaço de ensino e aprendizagem além deste modelo de escola q temos. Mas ainda é utopia.
E eu mesma pergunto pra que isso?
Sim falta de laboratórios, sinto falta de poder ensinar ao ar livre sem as rédias da sala de aula, seria muito mais interessante se pudéssemos explorar o meio e entender que a Ciência está em tudo e nem precisa de técnicas tão rebuscadas para entendermos estas complexidades.
Será que uma dia a escola de fato acaba?
meu desejo era que se cria-se um novo espaço de ensino e aprendizagem além deste modelo de escola q temos. Mas ainda é utopia.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Encontrando tempo
Nesta busca incansável que tenho para ter tempo para tudo, acho que de alguma forma tenho tentando me organizar para fazer tudo da melhor forma possível.
Mas qual possível?
Ainda não estou dando conta de tudo como gostaria.
As crises de enxaqueca ainda não acabaram, mas ainda ocorrem com regularidade. Talvez quando elas acabarem terei mais tempo, pois ganharei alguns dias a mais no mês, e por fim, mais tempo para mim.
Quero dias amenos, dias amais, dias solares, dias solícitos e altamente incríveis.
Nada de novo se não as velhas mesmas novidades de sempre....
Mas qual possível?
Ainda não estou dando conta de tudo como gostaria.
As crises de enxaqueca ainda não acabaram, mas ainda ocorrem com regularidade. Talvez quando elas acabarem terei mais tempo, pois ganharei alguns dias a mais no mês, e por fim, mais tempo para mim.
Quero dias amenos, dias amais, dias solares, dias solícitos e altamente incríveis.
Nada de novo se não as velhas mesmas novidades de sempre....
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Com ausência de tempo
No ultimo mês, só fiz uma publicação.
Dar aula é uma aventura.
Pensar ciência é um dever.
Fato que ainda estou me acostumando com a nova interface do blogger e seus links, mas o tempo ficou muito escaço. Muitas coisas aconteceram quase de uma vez - como sempre digo o oito ou oitenta - nada vem aos poucos, de forma homeopática para irmos nos acostumando.
Pensar ciência é um dever.
Gosto dos dois, cada qual a sua medida, forma e quantidade. Ainda não faço do ensino, espaço para pesquisa, mas que o campo sempre me agradou, também fato.
Provável que com o tempo mude de opinião e logo pereça todos os prazeres iniciais e fique só o ranço do trabalho feito por obrigação. Triste que não só eu desanime mas os alunos já vem desanimados, desestimulados e pulverizados por informações já consumida e regurgitadas pelos grandes meios de comunicação; e observam a sala e o quadro como algo fora de sua necessidade ou que não reitera os seus interesses de consumo imediato de informação sem instrumentação técnica.
Ranço. O professor já entra em sala com o ranço de achar que domina o conhecimento ou que de fato ira ensina algo para aqueles que já sabem, muito de quase nada. Os alunos são especialistas em desenhos animados, em seriados, novelas, filmes clichê, esportes, artistas de novela, Facebook, Twitter, orkut e outros genéricos de massa; no qual só tem valor momentâneo e daqui a alguns meses já terá sido esquecido e deletado.
Talvez esta nova sociedade não conseguira produzir grandes engenheiros ou técnicos nas áreas tecnológicas, talvez produzira poucos cientistas de fato humanos e mais uns caraminguás nas áreas biológicas. Sendo fadados a continuar nos servindo dos antigos profissionais, pois os novos não serão capazes da renovação cientifica.
Uma visão cruel, para um realidade tão próxima.
Os professores deixaram de existir.... e o ensino será todo a distancia com uso de robôs caseiros, com multimídia online, em tempo real e da forma que o aprendiz quiser, num toque na tela de pront do robô. Assim o ensino seria massivo, único a todos, porém exclusivo para cada individuo; estudando apenas aquilo que realmente lhe agrada, sem se preocupara naquele instante que todos são importantes.
terça-feira, 17 de abril de 2012
Depois do Amor - Alceu Valença
Alceu Valença
Sim novamente música.
Em tempos ausentes o que nos sobra é som ainda perdido no ouvido.
No corpo ainda as marcas do desejo consentido, na mente a vida que segue com o peito ardente.
Nos movemos no desejo, na paixão pela vida, pela beleza, pelo sentido; o que nos aguça a curiosidade nos mantem atentos a cada movimento do outro.
É desejo.
Vivo por esta vivo e pleno diante de si mesmo.
Depois do Amor
Uma moça que se perdeu no mato
Sente o cheiro de um caçador no ar
Tão bonita, linda e nua no riacho
Um rapaz que não quer se mostrar
Um cavalo nervoso, insatisfeito,
Uma égua selvagem, um animal
Um mergulho de um corpo perfeito
Um aquário, um leito nupcial
E depois do amor nada restou
Não sobrou sequer uma palavra
Nada, nada, nada, nada, nada, nada
Sente o cheiro de um caçador no ar
Tão bonita, linda e nua no riacho
Um rapaz que não quer se mostrar
Um cavalo nervoso, insatisfeito,
Uma égua selvagem, um animal
Um mergulho de um corpo perfeito
Um aquário, um leito nupcial
E depois do amor nada restou
Não sobrou sequer uma palavra
Nada, nada, nada, nada, nada, nada
Sim novamente música.
Em tempos ausentes o que nos sobra é som ainda perdido no ouvido.
No corpo ainda as marcas do desejo consentido, na mente a vida que segue com o peito ardente.
Nos movemos no desejo, na paixão pela vida, pela beleza, pelo sentido; o que nos aguça a curiosidade nos mantem atentos a cada movimento do outro.
É desejo.
Vivo por esta vivo e pleno diante de si mesmo.
sábado, 31 de março de 2012
Fé cega, faca amolada.
Fé Cega, Faca Amolada
Milton Nascimento
Agora não pergunto mais pra onde vai a estrada
Agora não espero mais aquela madrugada
Vai ser, vai ser, vai ter de ser, vai ser faca amolada
O brilho cego de paixão e fé, faca amolada
Deixar a sua luz brilhar e ser muito tranqüilo
Deixar o seu amor crescer e ser muito tranqüilo
Brilhar, brilhar, acontecer, brilhar faca amolada
Irmão, irmã, irmã, irmão de fé faca amolada
Plantar o trigo e refazer o pão de cada dia
Beber o vinho e renascer na luz de todo dia
A fé, a fé, paixão e fé, a fé, faca amolada
O chão, o chão, o sal da terra, o chão, faca amolada
Deixar a sua luz brilhar no pão de todo dia
Deixar o seu amor crescer na luz de cada dia
Vai ser, vai ser, vai ter de ser, vai ser muito tranqüilo
O brilho cego de paixão e fé, faca amolada
Novamente música pra embalar tempos presentes.
Fato que meu coração é um pulso involuntário que pulsa intensamente pela vida e pelo prazer de viver.
Milton Nascimento diz que a paixão e a fé são faca amolada - que corta a vida e nos leva a novos destinos e nos faz crê em nos mesmos.
quarta-feira, 14 de março de 2012
Águas de março
Em fim estamos chegando ao fim do verão. Para muitos uma tristeza e para outros alegria de dias menos quentes.
Este verão teve dias quentes mas não foi um verãozão estupidamente quente desde de dezembro, ele só deu as caras mesmo em fevereiro em pleno carnaval, com dias iluminados claros e quentes, porém não escaldantes como no verão passado. Sim passamos 10 dias sem chuvas fortes ou expressivas. E agora com o fim do verão os fins de tarde vem acompanhado de chuvas até fortes, que refrescam mas ao mesmo tempo aumenta a sensação de calor por conta da grande quantidade de umidade no ar.
Este verão não teve catástrofe ainda, e talvez não tenha.
"eis a promessa de vida do meu coração..."
Envolvida num projeto e a procura de outros tantos... O que ainda preciso é de um emprego ou algo que realmente me sustente ou sustente-me o ego. Passam-se os verões e ainda nada concreto se forma a frente, como uma cortina de nuvens se sedimenta a frente dos olhos.
Que venha a chuva e descortine as nuvens e mostre de vez o caminho ou apresente as vias a trilhar.
sexta-feira, 9 de março de 2012
Mulher (sexo Frágil) homenagem ao dia da mulher
Mulher (sexo Frágil)
Erasmo Carlos
Erasmo Carlos
Dizem que a mulher é o sexo frágil
Mas que mentira absurda
Eu que faço parte da rotina de uma delas
Sei que a força está com elas
Vejam como é forte a que eu conheço
Sua sapiência não tem preço
Satisfaz meu ego se fingindo submissa
Mas no fundo me enfeitiça
Quando eu chego em casa à noitinha
Quero uma mulher só minha
Mas pra quem deu luz não tem mais jeito
Porque um filho quer seu peito
O outro já reclama a sua mão
E o outro quer o amor que ela tiver
Quatro homens dependentes e carentes
Da força da mulher
Mulher, mulher
Do barro de que você foi gerada
Me veio inspiração
Pra decantar você nessa canção
Mulher, mulher
Na escola em que você foi ensinada
Jamais tirei um dez
Sou forte mas não chego aos seus pés
Mas que mentira absurda
Eu que faço parte da rotina de uma delas
Sei que a força está com elas
Vejam como é forte a que eu conheço
Sua sapiência não tem preço
Satisfaz meu ego se fingindo submissa
Mas no fundo me enfeitiça
Quando eu chego em casa à noitinha
Quero uma mulher só minha
Mas pra quem deu luz não tem mais jeito
Porque um filho quer seu peito
O outro já reclama a sua mão
E o outro quer o amor que ela tiver
Quatro homens dependentes e carentes
Da força da mulher
Mulher, mulher
Do barro de que você foi gerada
Me veio inspiração
Pra decantar você nessa canção
Mulher, mulher
Na escola em que você foi ensinada
Jamais tirei um dez
Sou forte mas não chego aos seus pés
quinta-feira, 8 de março de 2012
Novas sinfonias - as redes de pesquisa.
Eu, sempre eu, quero normalmente as coisas mais difíceis, as mais absurdas, as mais esquisitas, as mais distantes e consequente as improváveis.
E nessas improbabilidades que a vida nos mostra, que é possível sim juntar ciência e arte, e transformar arte em ciência e novamente transmutar em arte.
Neste processo encontramos varias pessoas, que normalmente alegam a dizer o que é e o que não é ciência, e outros que alegam o que é ou que não é arte. Numa verdadeira propulsão de discursos generalizados sobre coisas que se sabe e outras tantas que não dominamos. Somo fails, não conseguimos gerenciar tantas informações, dados, leituras e criticas; uma hora tudo fica confuso.
Neste profusão de coisas, algumas coisas ficam mais marcadas, mais visíveis, dando a entender que isso que esta aparente é que no momento mais interessante a se tomar nota ou conhecimento ou se pesquisar.
Nas minhas idas e vindas, pelas questões de arte e ciência, nas questões da interdisciplinaridade, percebi que gosto mesmo de poder estudar por vários ângulos a mesma coisa, me apropriar de algo novo e transformar aquilo em algo já apreendido ou vice e versa.
Estudar o urbano
Ver a cidade, as pessoas, as ruas, seus dilemas, as confluências, suas disparidades, sua essência, o surgimento do novo espaço.. nada tão simples, mas incrível.
Retomar este olhar sobre outro ponto de vista sera como reaprender a ler o espaço urbano e suas conotações.
Sendo franca estou feliz em poder viver esta nova experiencia, e novamente perceber que fazer ciência e pesquisar é algo maravilhoso.
E nessas improbabilidades que a vida nos mostra, que é possível sim juntar ciência e arte, e transformar arte em ciência e novamente transmutar em arte.
Neste processo encontramos varias pessoas, que normalmente alegam a dizer o que é e o que não é ciência, e outros que alegam o que é ou que não é arte. Numa verdadeira propulsão de discursos generalizados sobre coisas que se sabe e outras tantas que não dominamos. Somo fails, não conseguimos gerenciar tantas informações, dados, leituras e criticas; uma hora tudo fica confuso.
Neste profusão de coisas, algumas coisas ficam mais marcadas, mais visíveis, dando a entender que isso que esta aparente é que no momento mais interessante a se tomar nota ou conhecimento ou se pesquisar.
Nas minhas idas e vindas, pelas questões de arte e ciência, nas questões da interdisciplinaridade, percebi que gosto mesmo de poder estudar por vários ângulos a mesma coisa, me apropriar de algo novo e transformar aquilo em algo já apreendido ou vice e versa.
Estudar o urbano
Ver a cidade, as pessoas, as ruas, seus dilemas, as confluências, suas disparidades, sua essência, o surgimento do novo espaço.. nada tão simples, mas incrível.
Retomar este olhar sobre outro ponto de vista sera como reaprender a ler o espaço urbano e suas conotações.
Sendo franca estou feliz em poder viver esta nova experiencia, e novamente perceber que fazer ciência e pesquisar é algo maravilhoso.
sábado, 3 de março de 2012
Mais um.
Mais um minuto.
Mais um minuto te peço. Não desligue, quero ouvir sua respiração.
Só um minuto, no silêncio, seu suspiro leve tranquilo.
Acalma o coração aflito ou desabrocha o peito a chama.
É só um minuto.
Faz tanta diferença entre acender e apagar o desejo de viver.
Mais um minuto aguardo
Como já se fosse infinito, peço que logo se extingue e me parece que será mais longo que dor do vazio.
Não precisa dizer nada
Fale
Entupa os ouvidos meus com suas palavras e sons
e tornei o meu espirito nas suas histórias
que em muito se esvaiam na minha mente.
Logo serei sua novamente.
Dizem que os homens conquistam suas amadas pela voz e sua conversar ditas atravessadas...
Se temperam romances em palavras açucaradas apimentadas azedas quentes frias amargas salgadas....
é só mais um segundo
dizer uma palavra
boa noite
Ao longe a boca seca suspira e se morde
já fria encena a noite
no suspense de
mais um beijo dado ao telefone, sem nunca ter sido mandado.
Mais um minuto te peço. Não desligue, quero ouvir sua respiração.
Só um minuto, no silêncio, seu suspiro leve tranquilo.
Acalma o coração aflito ou desabrocha o peito a chama.
É só um minuto.
Faz tanta diferença entre acender e apagar o desejo de viver.
Mais um minuto aguardo
Como já se fosse infinito, peço que logo se extingue e me parece que será mais longo que dor do vazio.
Não precisa dizer nada
Fale
Entupa os ouvidos meus com suas palavras e sons
e tornei o meu espirito nas suas histórias
que em muito se esvaiam na minha mente.
Logo serei sua novamente.
Dizem que os homens conquistam suas amadas pela voz e sua conversar ditas atravessadas...
Se temperam romances em palavras açucaradas apimentadas azedas quentes frias amargas salgadas....
é só mais um segundo
dizer uma palavra
boa noite
Ao longe a boca seca suspira e se morde
já fria encena a noite
no suspense de
mais um beijo dado ao telefone, sem nunca ter sido mandado.
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